quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Andorinha (onibús e cargas ) uma empresa 100 % prudentina

A EMPRESA DE TRANSPORTES ANDORINHA foi fundada em 05 de junho de 1948. Data que faz parte da história das regiões da Alta Sorocabana e Oeste Paulista. Lenta mas firmemente a Empresa foi se desenvolvendo.
As primeiras jardineiras foram cedendo lugar aos ônibus mais modernos que se multiplicaram para atender as mais diversificadas linhas que iam sendo implantadas até chegar ao que a ANDORINHA representa hoje a nível nacional.
A ANDORINHA possui uma frota de mais de quatrocentos ônibus, emprega mais de 1.500 funcionários, dispõe de mais de 320 agências distribuí­­das em sua área de atuação, 18 garagens localizadas estrategicamente com pessoal especializados e modernos equipamentos para manter a frota em perfeitas condições de trafegabilidade e segurança, dezenas de ponto de apoio e extensa rede de comunicação.
Atualmente percorre cinco milhões de quilômetros transportando quinhentos mil passageiros por mês. Suas linhas superam 200.000 quilômetros desde o Rio de Janeiro até a Bolívia. A ANDORINHA orgulha-se de participar do progresso e desenvolvimento do nosso país.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Maior locutor de Rodeios do Brasil Zé do Prato

José Antônio de Souza  nasceu  em Regente Feijó  14 km de Presidente prudente em 29 de abril de 1948 ,faleceu em Piracicaba em 27 de janeiro de 1992 ,  mais conhecido como Zé do Prato, foi o maior locutor de rodeios do Brasil . Levou o nome de Regente feijó para  todo País .
O "Anjo Negro", "O Grande Pai" do rodeio ensinou, com humildade, talento e credibilidade, ao Brasil amar e respeitar o rodeio.
O sucesso do rodeio deveu-se ao Zé do Prato. Ele conquistou o povo brasileiro e fez com que aprendessem a admirar o rodeio. A maneira de falar, o jeito de brincar e fazer amizade atraía grande público às arenas nas realizações dos espetáculos de rodeio.
Com sua estrondosa voz, difundiu ao país a expressão "seguuuura, peãããão!" criada por ele, da qual dava garra aos peões e animava o público.
Foi considerado o maior locutor de rodeio de todos os tempos e um dos mais requisitados às locuções de rodeios em todo país.
Faleceu na  UTI , após ser socorrido por haver contraído uma infecção generalizada.

Ipojucã (Venceslauence) Atacante da Prudentina jogador profissional


Ipojucã afirma que é dele o gol mais rápido do mundo. Veja no cartão que o ex-jogador mandou para Milton Neves.

IPOJUCÃ
Duas filhas, três netos, antigo atacante da Prudentina (de 1957 a 60), Ferroviária de Botucatu (de 1960 a 62), Estrada de Sorocaba (em 1963 e 64) e do Canto do Rio (em 1954), mora em Campinas e é dono da Ipojucã Ltda, empresa que vende chumbo para o balanceamento de rodas
Ipojucã, que foi um dos maiores artilheiros da Prudentina, trabalhou como treinador em clubes como: Corinthians de Presidente Prudente (SP), Tupã FC (MG), Bandeirantes de Birigui (SP), Radium de Mococa (SP), Gama (DF), Brasília (DF), São Paulo de Rio Grande (RS), entre outros.

Ipojucã, ex-atleta de futebol defendeu diversos clubes amadores de São Paulo. Nascido em 1933, no bairro de Indianápolis. Começou a carreira jogando nos infantis do São Paulo F.C., nos juvenis do Nacional A.C. e teve a honra de jogar em diversos clubes da Várzea Paulistana, assim como Infantil Tricolor e Fiação Indiana em Indianapolis, no Benfica e Flamengo de Vila Maria. No interior jogou no Fada F.C., de Santo Anastácio, no Grêmio de Pequerobi, no E.C. Corinthians, de Presidente Venceslau, na Ass. Bernardense. No futebol profissional joguei no Canto do Rio F.C. de Niterói, na Ass. Prudentina de Presidente Prudente, na Ferroviária de Botucatu no E.F. Sorocabana, A.A. Venceslauense de Presidente Venceslau. Após o termino do compromisso de esportes voltamos as origens, jogando no futebol varzeano, onde teve o privilégio de conseguir o gol que o levou ao livro dos recordes (Edição Nacional) nos anos de 1995/1996/1997/1998, gol este feito aos 4 segundos do início da partida no campeonato amador, na cidade de Santo Anastácio, conseguimos nesta categoria varzeana, o gol mais rápido do mundo, no jogo entre Gremio Mar Azul x Portuguesa Anastaciana.
Iniciou a carreira de técnico bem vitoriosa, no E.C. Corinthians de Presidente Prudente, em 1979, passou pelo S.E.I.S. de Ilha Solteira em 1980, depois foi para Bandeirantes de Birigui em 1981 onde fomos campeões do grupo, vencendo a equipe Jalesense na cidade de Jales pelo placar de 3x1. Em 1982, fui campeão do grupo com o Tupã F.C., em 1983 passei pelo Randium de Mococa, em seguida fui para o C.R. Guará do D.F., onde foi campeão do 3º turno, em 1984 passou pela S.E. do Gama, também em Brasília, de onde voltou para C.A. Cândido Motense, da cidade de Cândido Mota, indo em seguida para o S.C. Internacional de Lajes em Santa Catarina, onde o clube foi campeão em 1985 invicto no segundo turno, conquistando a taça Governador Espiridião Amim, em seguida foi para Rio Grande/RS, e no mesmo ano o S.C. São Paulo foi campeão da segunda divisão de acesso e campeão da Taça Bento Gonçalves, homenagem aos 150 anos da Revolução Farroupilha. Em 1987, voltou a Brasília para conquistar o título de campeão invicto do 1º turno e para encerrar a carreira terminou no VOCEM de Assis, conseguindo a classificação para o torneio de acesso, despedindo-se da profissão de técnico de futebol.
Corria o ano de 1.952, quando acertou com os diretores e o apelido aconteceu. Foi em Santo Anastácio, Alta Sorocabana, quando jogava pela primeira vez no time da cidade. Naquele dia, o ex-goleiro e agora transformado em centro avante, jovem esguio, alto e bom no toque de bola, recebeu o apelido de Ipojucã, após ter marcado um belo gol de calcanhar. Acontece que, no Vasco da Gama, Ipojucan Lins de Araujo, um jogador muito alto e esguio fazia sucesso com jogadas de calcanhar, aí, não foi difícil para o técnico Mário Rocha perceber a semelhança da jogada e o apelido pegar.
Hoje Ipojucã sente-se orgulhoso porque herdou o apelido de um dos maiores jogadores da época. Ipojucã, o alagoano que era o centro avante do Vasco da Gama e também titular da Seleção Brasileira. O alagoano era conhecido como o “Rei das trivelas e das jogadas de calcanhar” e, a semelhança da maneira de jogar deu origem ao apelido que Antonio Montanari carrega até os dias de hoje.


Ipojucã o Autor do gol mais rapido do mundo

Prof. Ruth Kunzli e a origem do Homem

             Ela foi a pioneira na criação do núcleo na arqueologia na Unesp e no Oeste Paulista , o trabalho desenvolvido pela professora na região de Presidente Prudente e Pontal do Paranapanema é um dos mais aprofundados da arqueologia Brasileira .segue uma tragetória do trabalho desta que é uma das maiores especialista em arqueologia do Pais e mesmo com seus 72 anos continua firme  como Professora na Universidade e não abre mão de orientar os estagiarios em um grande número de atividades de divulgação cíentifica.Merece estar postada aqui no Blog um pouco de sua tragetória onde leva o nome de nossa região e a faz tornar um dos maiores sitios arqueologicos do País .

http://www.unesp.br/aci/revista/ed01/pdf/perfil.pdf

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Parque Estadual do Morro do Diabo


O Parque Estadual do Morro do Diabo (PEMD), localizado nas coordenadas 22o 27’ a 22o 40’ de Latitude S e 52o 10’ a 52o 22’ de Longitude W. É uma área de quase 35.000ha de floresta estacional semi-decídual (mata atlântica de interior) com grande diversidade de espécies, cuja melhor representação é o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), que aí encontra refúgio para a sua maior população livre. O Parque Estadual do Morro do Diabo (PEMD)é gerenciado pela Fundação Florestal, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. Para visitar o PEMD, é preciso marcar agendamento pelo telefone (18) 3282-1599, no setor de Uso Público.
Foi criado em 1941 como reserva, passando a parque em 1986. Tem 34 mil ha. e preserva uma das últimas áreas de floresta de planalto do país, com ecossistemas ainda originais da região. A própria história do Parque, intrincada com as antigas reduções Guaranis e de outros povos da floresta que habitavam a região, mesclada aos conflitos entre estes e a inexorável civilização branca, a qual presencia a ocupação do território da maneira mais irracional possível e imaginável e que faz valer a misteriosa alcunha ganha em algum tempo remoto, faz do Parque Estadual do Morro do Diabo algo espetacular e maravilhoso. Ná época dos exploradores eles vieram a adentrar o local para explorar e nesta região existia Indios canibais, eles acabaram matando todos os primeiros exploradores e levam alguns para sacrificar no topo do morro, como ninguém sabia por que os exploradores não voltavam achavam que era algum tipo de maldição e daí veio o nome "Morro do Diabo", mas um dia uma leva de exploradores foi ao morro novamente e acabaram morrendo alguns mas alguns sobreviveram e contaram aos outros o que acontecia lá.
Toda a paisagem é dominada pelo Morro do Diabo, uma elevação de cume plano com 600 m de altitude.
 É uma das quatro únicas áreas de proteção com mais de 10.000 ha, inserida nos domínios morfoclimáticos da Mata Atlântica brasileira, mais precisamente, a Floresta Tropical Estacional Semidecidual, que alguns autores denominam Mata Atlântica de Interior, a qual cobria parte dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, a partir da faixa oeste das montanhas costeiras. Dentro do domínio da Mata Atlântica, a Mata de Interior é o ecossistema mais ameaçado e, dentro deste contexto, encontra-se o PEMD e os fragmentos que o rodeiam. Ressalte-se que esta Unidade é a única deste porte localizada no interior do estado de São Paulo. A relativamente grande extensão da área do PEMD e seu bom estado de conservação permitem a ocorrência de importantes espécies da fauna, inclusive algumas citadas em listas de animais brasileiros ameaçados de extinção. A anta (Tapirus terrestris), a queixada (Tayassu pecari), o bugio (Alouatta fusca), o puma (Puma concolor), a onça-pintada (Panthera onca) e outros felinos, além de uma das espécies de primata mais ameaçada do mundo, o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus) que aqui possui sua maior população na natureza, são apenas alguns exemplos dos animais que encontram espaço para a vida nas matas do Parque.
O Parque Estadual do Morro do Diabo (PEMD) situa-se no Pontal do Paranapanema, Sudoeste do Estado de São Paulo. Está inserido na Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos Pontal do Paranapanema (UGRHI-22), que possui 11.838 Km2, 26 municípios e mais de 534.351 habitantes segundo o censo do IBGE 2000. O Pontal limita-se ao Sul com o rio Paranapanema e a Oeste com o rio Paraná e recebe esse nome por se situar exatamente na confluência desses rios. O município que tem relação direta com o PEMD é Teodoro Sampaio, cujos confrontantes são os municípios de Rosana, Euclides da Cunha Paulista, Mirante do Paranapanema, Presidente Epitácio e Marabá Paulista. A região é bem servida de rodovias pavimentadas que interligam os municípios do Pontal aos Estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Norte do Estado de São Paulo, sendo a principal delas a SP-270 – Rodovia Raposo Tavares – que interliga São Paulo e Mato Grosso do Sul, pegando trevo de acesso na cidade de Presidente Venceslau
A partir da sede do município de Teodoro Sampaio , pela rodovia vicinal do Córrego Seco (SPV-28), a 11 km do centro.A distancia  de Presidente Venceslau-SP  ao Morro do Diabo é de 94 km . é um dos  maiores morros do estado  e um dos mais importantes, e tem importância fundamente para habitat de animais em extinção como a onça e o mico leão dourado e mico leão preto .