sexta-feira, 13 de maio de 2011

PROBLEMAS NO BLOG

O BLOG FICOU FORA DE SERVIÇO POR DOIS DIAS IMPEDINDO A POSTAR ALGO. HOJE ESTIVE EM LONDRINA E APENAS AGORA CHEGUEI E CONSEGUI ENTRAR EM MEU BLOG. TODOS OS BLOGS ESTIVERAM COM PROBLEMAS E AGORA PARECE TUDO RESOLVIDO .

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Um Grande Homem (Arnaldo Jabor)

Um Grande Homem (Arnaldo Jabor)
Nós homens nos caracterizamos por ser o sexo forte, embora muitas vezes caiamos por debilidade.
Um dia, minha irmã chorava em sua casa... Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza.
Escutei-os conversando por horas, mas houve uma frase tão especial que meu pai disse naquela tarde, que até o dia de hoje ainda me recordo a cada manhã e que me enche de força.
Meu pai acariciou o rosto dela e disse: “Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem e nunca mais voltará a chorar".
Perguntei-me tantas vezes, qual era a fórmula exata para chegar a ser esse grande homem e não deixar-me vencer pelas coisas pequenas...
Com o passar dos anos, descobri que se tão somente todos nós homens lutássemos por ser grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração, O mundo seria completamente diferente!
Aprendi que um Grande Homem... Não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.
Meu pai lhe dizia:
"Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você... Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.
Não creia nas palavras de um homem quando seus atos dizem o oposto.
Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor.  Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia...
Foge de um homem enfermo espiritual e emocionalmente, é como um câncer matará tudo o que há em você (emocional, mental, física, social e economicamente)
"Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não queira lhe dar amor."
Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.
Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.
Não se enamore de um homem que ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em um problema a resolver e não em algo para desfrutar”.
 Não se apaixone por um homem que demonstre frieza, insensibilidade, falta de atenção com você, corra léguas dele.
 Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenchê-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades.
Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais útil?
Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?
Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em você, a verdadeira beleza… a do coração?
Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?
Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, nem muito menos o mais bonito.
Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu CORAÇÃO sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.
Um grande homem é o que cai e tem suficiente força para levantar-se e seguir lutando...
Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou, não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito.
Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar… É QUEM NO LUGAR DE LÁGRIMAS LHE ROUBOU SORRISOS…
Sorrisos por tudo que viveram e conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos 3 filhos que preenchem suas vidas.
Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca...
Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos.
Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e NADA NEM NINGUÉM NOS PODERÁ VENCER!
Envio esta mensagem aos meus AMIGOS "HOMENS", para que lhes toque o coração e tratem de fazer crescer esse GRANDE homem que vive dentro deles.
E às minhas amigas "mulheres" para que SAIBAM ESCOLHER ESSE GRANDE HOMEM QUE  DEUS TEM PARA ELAS.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Preço do Desprezo

"Quando ele era ainda criança
O seu pai lhe abandonou
Mandou sua mãe ir embora
Jogou-a de porta à fora
Sem sentir nenhum rancor

O motivo do desprezo?
Um preconceito doentio
O bebê tinha pele escura
Ele, sem nenhuma ternura
Mostrou ter um coração vazio

Ele era um fazendeiro rico
Não sabia o que possuía
Para a esposa ele falava
Que o que mais desejava
Um filho era o que ele mais queria

Quando a esposa engravidou
Foi contar-lhe a novidade
Ele pulava de alegria
Sorria, cantava e dizia:
'É a maior felicidade'

Convidou alguns amigos
E deu aquela festança
Gastou muito dinheiro
Festejou o dia inteiro
Em homenagem à criança

Cuidava bem da esposa
Com ela ao médico ía
Guardava com muito carinho
A foto do bebezinho
Tirada em ultra-sonografia

Nove meses se passaram
Chegou o grande momento
Ele na sala de espera
Angustiado feito uma fera
No maior desalento

Quando o bebê nasceu
Foi grande a sua surpresa
Esperava um menino claro
Naquele momento raro
Foi triste a sua tristeza

O menino era escurinho
Para a sua decepção
Com o peito cheio de dor
Esqueceu-se do amor
Que havia no coração

Numa ira violenta
Fugiu do hospital
Nunca mais o filho quis ver
Não queria nem saber
Se estava bem ou estava mal

A mãe no desepsero
Não sabia o que fazer
Com ajuda dos amigos
Enfrentou muitos perigos
Pra ver seu filho crescer

A mãe angustiada
E sem nenhum sossego
Saiu pelo mundo à fora
Aquela triste senhora
À procura de um emprego

Na primeira opurtunidade
Sentiu uma dor no peito
O patrão a desprezou
Por causa de sua cor
Que infame preconceito!

Voltou pra casa chorando
Com o coração ferido
De lutar nunca deixou
Por causa do grande amor
Por seu filho querido

Noutra empresa ela chegou
Toda envergonhada
Um emprego então pediu
O patrão lhe sorriu
E ela foi contratada

Aquele homem humilde`
Porém, rico como o quê
Tornou-se o seu patrão
E tinha no coração
Amor pra lhe oferecer

Eles se apaixonaram
E começaram a namorar
Em pouco tempo depois
O amor que havia nos dois
Levaram-nos a se casar

Aquele homem bondoso
Adotou, então, seu filho
Que por toda a sua vida
Que achava tão sofrida
Encontrava um novo brilho

A criança foi crescendo
Com muita sabedoria
O pai com paciência
Ensinava-lhe a decência
A paz e a harmonia

O menino então cresceu
Se tornou muito educado
Honesto, trabalhador
E por isso se tornou
Um homem respeitado

Formou-se na faculdade
Em administração
Sua mãe toda orgulhosa
Sensível feito uma rosa
Chorava de emoção

O seu pai idoso e fraco
Disse: "Filho vem cá.
Já estou muito cansado
Hoje fico aposentado
Não posso mais trabalhar

A partir de hoje, meu filho,
Você será o patrão
Você é inteligente
E muito eficiente
Não haverá decepção."

O filho com humildade
Aceitou preocupado
Mais com muita eficiência
E muita diligência
Dava conta do recado

Certo dia no emprego
Chegou um homem angustiado
Chorando feito criança
Vivia sem esperança
E era muito maltratado

Ajoelhado e tremendo
Foi falar com o patrão
E disse àquele moço:
"Por favor, dá-me um almoço
Não tenho outra solução

Para não morrer de fome
Vivo pedindo comida
Mas nem sempre foi assim
Acredite, acredite em mim
Já tive uma outra vida

Eu era um fazendeiro rico
De tudo tinha um pouco
Tinha uma fazenda de gado
Manções, carro importado
Comprava e não recebia troco

Mas isso tudo acabou
Hoje eu moro na rua
Sem família, sem parente,
Com fome, fedido e doente
Durmo olhando pra lua

Sei que tenho um filho
Mas não sei onde ele está
Não assumi o compromisso
Talvez seja por isso
Que hoje vivo a penar

Quando ele, então, nasceu
Mandei sua mãe ir embora
Por causa de sua cor
Hoje sinto muita dor
Pois não sei onde ele mora"

Sua mãe, então, chegou
E viu aquela cena
O homem ali de joelho
Ficou todo vermelho
Ao ver aquela morena

Era aquela mulher
Que um dia ele abandonou
Belamente, bem vestida
Havia vencido na vida
Depois que ele a desprezou

Ela disse para o filho:
"Este homem é teu pai.
Quem não tem amor no mundo
Sofre feito vagabundo
E na vida logo cai"

O filho, então, dividido
Não sabia o que fazer
Se socorria aquele homem
Que estava morrendo de fome
Ou se o deixava morrer

Saiu por um momento
Da sala onde estava
Em pouco tempo voltou
Chorando o pai encontrou
E ele até soluçava

O pai tremendo de medo
Chorando de emoção
Ajoelhado arrependido
Disse ao filho esquecido
"Filho, te peço perdão!"

Aquele filho amoroso
Do seu sofrimento esqueceu
Perdoando aquele troço
Que ali cheio de remorso
Segurando sua mão, morreu!

Meu caro leitor
Preste atenção no que vou falar
Não se despreza a família
Esposa, filho ou filha,
Sem um alto preço pagar!"

terça-feira, 10 de maio de 2011

Delfim Netto pede desculpas às empregadas domésticas ( canalha)

, Em terça-feira 10/5/2011, às 15:58 (fonte estado de São Paulo)
O Instituto Doméstica Legal, que representa 7,2 milhões de trabalhadores da categoria, obteve um pedido público de desculpas do ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto, registrado em cartório, pela declaração feita pelo economista na TV a respeito deste profissional. No dia 4 do mês passado, Delfim disse no programa "Canal Livre", da Rede Bandeirantes, que "quem teve este animal, teve; quem não teve nunca mais vai ter", em referência à empregada doméstica.

Delfim afirmou que "em momento algum desejou referir-se à classe das empregadas domésticas de maneira pejorativa". O economista argumentou, em seu pedido público de desculpas, registrado no 8.º Cartório Tabelião de Notas da capital paulista no início deste mês, que a frase pinçada do contexto distorce a ideia elaborada.

Segundo Delfim Netto, a intenção foi mostrar que no processo de ascensão social em curso na sociedade brasileira, a figura deste profissional tende a desaparecer. "É preciso entender em que sentido foi feito o comentário", disse o ex-ministro.

Em seu pedido de desculpas, Delfim justifica o emprego do termo "animal", usado pelo economista britânico John Maynard Keynes, criado durante a Grande Depressão, para descrever as motivações psicológicas de empresários, consumidores e investidores. "Os economistas (eu, inclusive) usam corriqueiramente a expressão 'fazer nascer o espírito animal dos empresários' como forma de despertá-los para oportunidades de investimento e não me lembro de nenhum empresário que tenha se declarado ofendido ou humilhado."

No fim do pedido oficial de desculpas à categoria, Delfim Netto considera o episódio uma "tempestade num copo d'água", que ocorreu em razão do uso de uma expressão infeliz, pelo qual ele se penitencia.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Assunto: A obsessão-lindo texto

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* **Leila Ferreira é uma jornalista mineira com
mestrado em Letras e doutora em comunicação em Londres.
Apesar disso, optou por viver uma vidinha mais simples, em Belo Horizonte:

***
*"Estamos obcecados com "o melhor". ** **
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do
"melhor".**
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor
dieta, a melhor
operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.**
Bom não basta. **
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos
distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o
melhor".**
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até
isso acontecer. **
Novas marcas surgem a todo instante. **
**Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece
superado, modesto, aquém do que podemos ter.**
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver
inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.

Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que
falta conquistar ou ter. **
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.**
**
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...)
estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores
salários.**
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o
melhor tênis. *
*
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.

Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o
cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da
empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu
quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o
"melhor chef"? **
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora
existe um melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor
cabeleireiro"?**
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados
ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os
homens "perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me
dar à chance de estar perto de quem amo...
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me
constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?
"*


" Sofremos demais pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito
que temos. "
(Shakspeare)