quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sua saúde não pode passar sem estes 7 nutrientes

Alimentação saudável, de verdade, não dispensa frutas, verduras e legumes. Mas a receita ideal não para por aí e tem muitas novidades, como mostram os resultados das pesquisas em alimentação realizadas no ano que está para terminar. O destaque absoluto, sem dúvida, vai para os carboidratos: está provado, de uma vez por todas, que eles são aliados indispensáveis na busca do peso ideal e também para uma saúde de ferro. "Escolhas inadequadas podem render desde quilos a mais até problemas de saúde, causados pela carência de uma alimentação balanceada", afirma a chefe da equipe nutricional do MinhaVida, Roberta Stella.

O desfile de nutrientes do bem ainda leva em conta vitaminas, um tipo especial de gordura e uma novidade que agrada, principalmente, os vegetarianos. Confira, na galeria a seguir, a turma que rende energia e proteção redobrada para o seu organismo. 

A Universidade de Harvard dá o veredicto: uma dieta pobre em carboidratos pode afetar a saúde das artérias, aumentando em 15% as chances de desenvolver a arteriosclerose. Fuja dos riscos comendo pão, espinafre, batata, couve-flor, nabos e cereais, por exemplo.

Mas o consumo de carboidratos deve ser balanceado. Segundo pesquisa feita pela Universidade de Washington, nos EUA, a gengiva e os dentes sofrem por conta da fácil fermentação desses nutrientes, o que favorece a proliferação de bactérias na boca. O ideal é escovar os dentes após as refeições e nunca esquecer as visitas ao dentista, pelo menos, duas vezes ao ano.

Estudo publicado no periódico Circulation, da Associação Americana para estudos do Coração, revela que o ácido glutâmico, presente em proteínas de origem vegetal, é um dos micronutrientes que ajuda a controlar a pressão arterial. Tofu, leite de soja, sementes de girassol, gergelim, cogumelo, sementes, oleaginosas (castanha, noz, avelã, pinhão), aveia integral, germe de milho, frutas oleaginosas (abacate, coco), batata, arroz integral, lentilha são boas fontes de proteína vegetal.

Um estudo feito pela Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugere que o consumo de flavonóides pode retardar em até 8% a oxidação do colesterol ruim (LDL). Frutas, vegetais, chás, vinhos, nozes, sementes, raízes e o chocolate preto (quanto mais amargo, melhor) contêm flavonóides.

A vitamina D foi um dos nutrientes mais estudado em 2009. Um estudo feito pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, aponta que a vitamina ajuda na proteção da massa óssea, diminuindo fraturas. Outra pesquisa, feita pela Universidade de Michigan, revela que 20% dos casos de hipertensão nas mulheres são ocasionados pela falta de vitamina D no organismo. Óleo de fígado de peixe, peixes de água salgada (sardinha, arenque, salmão), ovos, carne, leite e manteiga trazem doses de vitamina D. Mas, para ela ser sintetizada pelo organismo, você precisa passar pelo menos 10 minutos diários sob o sol.

Suplementos de vitamina C merecem atenção, segundo estudo sueco publicado no American Journal of Clinical Nutrition. De acordo com o estudo, mulheres que tomavam altas doses da vitamina aumentam as chances de desenvolveram catarata na velhice. Porém, as fontes naturais da vitamina não apresentaram riscos e retardam o envelhecimento. Abacaxi, acerola, agrião, alface, goiaba, laranja, limão, kiwi, pimentão, rúcula, alho, cebola, repolho e espinafre são alimentos ricos em vitamina C (ou ácido ascórbico).

A falta de consumo de ômega-3, gordura que beneficia o cérebro, pode ser decisiva para o surgimento de doenças mentais segundo estudo feito por cientistas do National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, nos Estados Unidos. De acordo com os especialistas, a ausência deste ácido graxo pode estar associada ao aparecimento de problemas no funcionamento do cérebro




Por que tantos casamentos acabam?

Tirando de lado a intolerância, a falta de fé e a ideologia do descartável, existem “N” teses sobre por que os casamentos acabam tão facilmente na atualidade. A inversão de papéis é uma das mais abordadas.
O homem, antes o provedor, agora divide lugar com sua parceira. A mulher, antes “rainha do lar”, galga cada vez mais posições de destaque no mercado de trabalho. A mulher, antes submissa, dá as cartas, quer mais que amor, quer prazer, sucesso… O homem, antes o decisor, perde espaço no reinado.
Muito antes disso, quero crer que a falta de diálogo é muito mais danosa. No mundo atual, o olho no olho cede lugar para as conversas a partir de SMS, MSN, celular, e-mails etc, etc. Há estudos que comprovam que o que falamos a partir desses canais não temos a coragem de falar pessoalmente. Ou seja: não trocamos. E toda a relação demanda troca.
Logo, quando decidimos casar, morar juntos, adeus SMS, adeus MSN e, então, fim do diálogo – cujo modelo já não era assim tão ideal, convenhamos. Mas há muito mais…
Nossa sociedade aceita com tranquilidade o fim de um casamento. Em alguns casos parece até mesmo haver um estimulo para que mais casais entendam isso como “normal”. É claro que é aceitável, se a relação não é saudável. Infelizmente, o complemento neurótico, às vezes, é mais forte que o complemento do amor, do compromisso, do respeito. Ou seja: relações com um potencial enorme de dar certo acabam. E relações que poderiam nem mesmo existir perduram…
Escolhas
Bem, muito distante dessas questões temos ainda de enfrentar outras suposições: antes os casamentos eram “arranjados”, hoje se casa por “amor” – mesmo que por um amor distorcido, cobrador, condicionado, mas, ainda assim, com a sensação de que estamos livres para escolher.
Será mesmo? Será que somos assim tão livres para escolher? Será que sabemos manter nossa liberdade mesmo dentro da relação? O que vejo e sinto como ponto principal da quebra dos “contratos matrimoniais” é a liberdade excessiva que beira a promiscuidade ou o aprisionamento total que cerceia a vida, o crescimento pessoal, o sonho.
Um exemplo dessa última questão? Imagine um casal que, entre namoro e casamento, um tempo de intimidade e não de cumplicidade, deixou de lado questões cruciais, como, por exemplo, família, valores, filhos, sonhos, contas etc, etc, para viver “o momento”. Estava de fato cumprindo um papel e a meta era casar e viver feliz – ou infeliz – para sempre…
Mergulhar na relação
Bem, depois de casados, imagine que um dos dois – homem ou mulher – decide se fechar para o mundo em prol da relação! Geralmente, é aquele que diz amar demais o outro. Aquele que imagina: “Vou fazer a relação dar certo custe o que custar!” Nesse caso, é provável que a separação aconteça, com um ou outro totalmente aberto para o mundo e para relações paralelas…
Primeiro porque este que decidiu mergulhar na relação, ou melhor, se afundar no relacionamento, tira todo o espaço do outro. Assume tudo, contas, filhos, valores do casal, a família em si. Assume para si toda a responsabilidade pela relação e retira-se da vida. Afasta-se dos amigos, da família, às vezes do trabalho. Vive em função do e para o outro. Sai de cena, desatualiza-se, torna-se uma sombra do que já foi um dia e pelo qual o outro se apaixonou.
Não vive, sobrevive e, mais dia menos dias, cobrará de si esse afastamento da vida que acaba com a autoestima e os faz zumbis. Cobrará do outro o abandono pelas coisas do amor, da relação, da vida em comum. Cobrará do outro atitude, empatia, participação… A questão aqui é: como o outro vai participar de uma festa já pronta? Como participar de um teatro onde todos os papéis têm um único personagem? Como atuar sem script, sem espaço, sem plateia?
Pois é: acredite ou não, muitos casamentos acabam nos dias de hoje porque um dos parceiros assume o papel de super. Supermulher, super-homem, superpai, supermãe, superdona ou dono da casa, superego, supervaidade! E, então, o que era para ser superpositivo, acaba por se transformar em algo supernegativo. Nem um nem outro suportam.
Se nem o super consegue aguentar tanta responsabilidade, muito menos o outro que se sente cada vez menos na relação e cada vez mais fora da relação. Para que um dos dois coloque um ponto final é mera consequência. A relação termina com dois magoados, ressentidos e sem noção do que deu errado…
Dá para compreender essa loucura? Você conhece uma história assim? Por que os casamentos acabam?

Sandra Maria

FOTOS TIRADAS DO RIO CUIABÁ AS 5:30 DA MANHA DE UM AVIÃO DA FAB-

















Tudo bem Junior ?
Olha estou lhe enviando essa sequência de fotos que tirei do sol nascendo em torno das 5:30 da manhã no meio do rio Cuiabá.
 
Recebi de um grande amigo meu piloto da força aerea esta sequencia de fotos
Rodrigo Salles obrigado pelas fotos que vão com certeza embelezar o blog
abraços

terça-feira, 5 de abril de 2011

RESTAURANTE JOÃO DO GRÃO EM LISBOA-MAIS DE 120 ANOS DE HISTÓRIA NA LISBOA ANTIGA AINDA APRESENTA SUAS CARACTERISTICAS QUE HOJE FAZ PARTE DA HISTÓRIA DE PORTUGAL





Desvendar e confirmar a verdadeira identidade do senhor João do Grão, que concebeu e deu o nome ao lendário restaurante da Rua dos Correeiros da Baixa pombalina, não serão por certo, favas contadas, muito menos em sede de galegos, os minhotos da vila de cima, contentes por fazer há séculos de Lisboa o seu Brasil.
Mello Lapa, o jornalista que melhor e há mais tempo conhece e frequenta os restaurantes alfacinhas, continua a bater-se pela tese tradicional do galego João, vivaço e hábil em comidas e bebidas, que jogou um às na Travessa da Palha (mais tarde Rua dos Correeiros) aproveitando a vizinhança da Praça da Figueira onde, sobretudo depois do grande terramoto, se instalou na praça farta, abastecedora do coração da capital, onde aparecia a melhor fruta a mais viçosa hortaliça e a mais completa das capoeiras.
Lisboa era, há muito, terra de forasteiros que buscavam ordeiramente cama e mesa conforme a capacidade da sua bolsa e do seu índice de bem estar. Camões tinha andado pelo Mal Cozinhado. Da Ribeira das Naus, barraco comum a outras cidades portuárias da Europa, onde apenas se recebia o dinheiro do pão, vinho e da mão-de-obra de fritar o peixe.
No João do Grão, segundo Mello Lapa, parte do sucesso residirá, por certo, no «mono-cozinhado» do bacalhau, a célebre meia-desfeita, um autêntico milagre do bom sabor e baixo preço que conseguiu resistir a tudo e a todos, alcançando a recém-passada e saudosa década de 60 de tão saudosa e grata memória.
Em abono do que fica dito, se aviva a memória de todos aqueles que em Coimbra tiveram acesso ao Restaurante E AQUI, sito na Rua da Loiça, na zona baixa da cidade, onde era servido um abundante prato de bacalhau com grão pela módica quantia de cinco escudos, acompanhado pelo competente copo de vinho e sem guardanapo que esse custava cinco tostões e dava direiro a lugar de mérito, separado por grade do povo ignaro. Pouco durou este João do Grão dos estudantes e dos futricas da cidade do Mondego em contraste com a congénere da antiga Travessa da Palha, que continua fiel ao bacalhau com grão, atraindo os caixeiros, lojistas e empregados públicos que por ali trabalham, todos somados aos curiosos do João do Grão e aos que se lembram ainda da meia-desfeita a sete e quinhentos, bem diferente do bacalhau cozido com grão e batatas que agora se apresenta à mesa pela módica quantia destes tempos que correm, nem o fiel amigo está para brincadeiras.


Tudo mudou, da confecção ao preço. Segundo Mello Lapa, à meia-desfeita competia já o bacalhau desfiado a que se juntava o grão, salsa e cebola, tudo temperado com azeite e vinagre, a modos de salada dos nossos dias.
Símbolo de um tempo em que o bacalhau era comida dos pobres mais pobres e a galinha alimento dos ricos ou de doentes, não admira que a velha receita fosse obrigada a modernizar-se, dispensando mão-de-obra, embora mantivesse todos os ingredientes do prato original.
Mas deixemos Mello Lapa falar ao ritmo do bacalhau com grão, deste marco inesquecível de Lisboa boémia e popular.
«Conheci e frequentei ainda durante muitos anos o João do Grão da meia-desfeita, repartido em pequenos gabinetes que um incêndio destruiu por completo, dando origem a esta sala mais antiga, onde agora nos encontramos. A casa nunca fechava, tinha gente de Verão e de Inverno, vinte e quatro horas por dia. Talvez por isso, atraía as tertúlias boémias, artistas e fadistas que aqui se misturavam com a turbamulta que tinha o seu negócio no velho mercado da Praça da Figueira, consumidores habituais de copos de vinho e caldos de grão.
A popularidade da casa, não sei bem porquê, encheu Lisboa. Quando morreu o velho João do Grão, os cegos alfacinhas cantavam, acompanhados ao violão:

«Numa noite d´invernia
Fui ao Alto de S. João
Visitar a campa fria
Do antigo João do Grão

Acompanhou a romagem
O amigo José Borralho
Comemos meia-desfeita
E voltámos pró trabalho.»

«Em 1943, continua a recordar Mello Lapa, Vasco Santana, António Silva e Ribeirinho representavam no Parque Mayer a "Revista João do Grão", que ficou célebre nos anais do nosso teatro ligeiro. De facto, a Lisboa boémia e fadista encontrava naquele ambiente meio rural do João do Grão em que se revia e de que decididamente gostava.»


Cento e muitos anos depois, o velho restaurante parece em vias de se tornar uma relíquia de âmbito europeu, atraindo as atenções de jornalistas e investigadores estrangeiros, tendo mesmo vindo a público, numa revista holandesa, nova história das origens e identidade do João do Grão, que refere a mítica personagem como tendo sido um antigo guarda-civil que se terá fantasiado de mulher num dia de Carnaval, o que valeu a expulsão pura e simples.
Vendo-se sem recursos para se manter a si e aos seus, este João começou por vender bacalhau com grão, vinho e pão, iniciando assim um negócio que vai na sexta geração, responsável, ao que parece, pela fortuna de todos os intervenientes que nele entraram ao longo dos anos.
Apesar, destas modernices, Mello Lapa continua a acreditar que a firma Nunes & Toucedo é, há perto de dois séculos propriedade de famílias galegas oriundas de Riba de Teia, que elegeram Lisboa como local privilegiado de penoso e persistente trabalho.
Quem se recorda das invasões francesas de 1810?
Quem registou, fosse o que fosse da pérfida estada entre nós do general Massena ou do oportunista e pérfido Wellington?
Ninguém, por certo. Tudo se dissipou na voragem do tempo, resistindo até hoje esta humilde instituição onde não há heróis nem medalhas e os actos de bravura passam pelo combate com uma lauta travessa ou uns bons púcaros de carrascão cartaxense que tem, no João do Grão, um santuário de cento e tal anos.
Casa limpa e arejada, serve a comida típica das honradas casas de pasto que pontuavam outrora na Baixa lisboeta onde nascia e morria gente todos os dias. Sem pretensões nem prosápias, o João do Grão está bom e recomenda-se, resistindo a todas as tentações de trespasse ou de mudanças precipitadas, quase sempre de mau agouro e de mau resultado.


uma refeição no tradicional restaurante  João do Grão fica em torno de 28 euros por pessoa, é uma das melhores e tradicionais bacalhoadas de Lisboa


RELÍQUIA DE ÂMBITO EUROPEU




Cento e muitos anos depois, o velho restaurante parece em vias de se tornar uma relíquia de âmbito europeu, atraindo as atenções de jornalistas e investigadores estrangeiros, tendo mesmo vindo a público, numa revista holandesa, nova história das origens e identidade do João do Grão, que refere a mítica personagem como tendo sido um antigo guarda-civil que se terá fantasiado de mulher num dia de Carnaval, o que valeu a expulsão pura e simples.
Vendo-se sem recursos para se manter a si e aos seus, este João começou por vender bacalhau com grão, vinho e pão, iniciando assim um negócio que vai na sexta geração, responsável, ao que parece, pela fortuna de todos os intervenientes que nele entraram ao longo dos anos.
Apesar, destas modernices, Mello Lapa continua a acreditar que a firma Nunes & Toucedo é, há perto de dois séculos propriedade de famílias galegas oriundas de Riba de Teia, que elegeram Lisboa como local privilegiado de penoso e persistente trabalho.
Quem se recorda das invasões francesas de 1810?
Quem registou, fosse o que fosse da pérfida estada entre nós do general Massena ou do oportunista e pérfido Wellington?
Ninguém, por certo. Tudo se dissipou na voragem do tempo, resistindo até hoje esta humilde instituição onde não há heróis nem medalhas e os actos de bravura passam pelo combate com uma lauta travessa ou uns bons púcaros de carrascão cartaxense que tem, no João do Grão, um santuário de cento e tal anos.
Casa limpa e arejada, serve a comida típica das honradas casas de pasto que pontuavam outrora na Baixa lisboeta onde nascia e morria gente todos os dias. Sem pretensões nem prosápias, o João do Grão está bom e recomenda-se, resistindo a todas as tentações de trespasse ou de mudanças precipitadas, quase sempre de mau agouro e de mau resultado.



 

DEPRESSÃO- DOZE ALIMENTOS QUE AJUDAM COMBATER A DEPRESSÃO

A depressão é um transtorno mental bastante comum atualmente. Segundo o Ministério da saúde, estima-se que, na América Latina, 24 milhões de pessoas sofram com a doença. Num episódio depressivo a pessoa pode se sentir sem energia, com o humor afetado, sem interesse e sem vontade de fazer tarefas comuns da sua rotina, além dos sintomas físicos como dor de cabeça e dor de estômago. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, nosso cérebro produz substâncias chamadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções cerebrais. Um destes neurotransmissores, a serotonina, é capaz de dar ao cérebro sensação de bem-estar, regulando nosso humor e também dando sensação de "saciedade".

A alimentação pode ajudar a produzir mais serotonina, aumentando o bom humor e ajudando no combate da depressão, entretanto, vale lembrar que ela não substitui o tratamento da doença, com a intervenção medicamentosa e terapia. "Para a produção cerebral da serotonina há necessidade de "matérias primas" (chamadas de cofatores) fundamentais para sua síntese, como exemplos: triptofano (aminoácido), magnésio, cálcio (minerais), vitamina B6, ácido fólico (vitaminas)", ressalta Navarro. A seguir, conheça alguns alimentos que melhorar o seu humor e são excelentes coadjuvantes para dar uma "forcinha" no combate da doença. 
Castanha-do-pará, nozes e amêndoas: elas são ricas em selênio, um poderoso agente antioxidante. Segundo a nutricionista Abykeyla Tosatti, elas colaboram para a melhoria dos sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. As quantidades diárias recomendadas são duas a três unidades de castanha-do-pará ou cinco unidades de nozes ou 10 a 12 unidades de amêndoas. Mas também dá para fazer um mix saboroso dessas oleaginosas.

Leite e iogurte desnatado: eles são ótimas fontes de cálcio, mineral que elimina a tensão e depressão. "O cálcio ajuda a reduzir e controlar o nervosismo e a irritabilidade. Ele participa também das contrações musculares, dos batimentos cardíacos e da transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de 2 a 3 porções por dia.

Frutas: Melancia, abacate, mamão, banana, tangerina e limão são conhecidos como agentes do bom humor. "Todas estas frutas são ricas em triptofano, aminoácido que ajuda na produção de serotonina", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti. É recomendado o consumo de três a cinco porções de frutas todos os dias.

Laranja e maçã: elas ganham destaque porque fornecem ácido fólico, cujo consumo está associado a menor prevalência de sintomas depressivos. Além disso, por ser rica em vitamina C, a laranja promove o melhor funcionamento do sistema nervoso, garante energia, ajuda a combater o estresse e previne a fadiga.

Banana e abacate: a banana é rica em carboidrato (hidratos de carbono), potássio e magnésio. Também é fonte de vitamina B6, que produz energia. "A fruta diminui a ansiedade e ajuda a ter um sono tranquilo", explica Abykeyla. Tão bom quanto, o abacate é outra ótima opção, e antes de dormir. Consuma duas colheres de chá da fruta pura (sem açúcar ou adoçante) todos os dias antes de se deitar.

Mel: esse alimento estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Para usufruir dos benefícios, duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes.

Ovos: "Eles são uma boa fonte de tiamina e a niacina (vitaminas do complexo B), que colaboram com o bom humor", aponta Abykeyla Tosatti. O recomendado é uma unidade por dia, no máximo. Quem tem colesterol alto deve se preocupar com o consumo em excesso, e evitar, principalmente a versão frita.

Carnes magras e peixes: "O triptofano, presentes nestas fontes de proteína, ajuda no combate da depressão e melhora o humor, pois aumenta a produção de serotonina, que exerce grande influência no estado de humor, pois é capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, relaxar, criar a sensação de prazer e bem-estar e até induzir e melhorar o sono", enfatiza a nutricionista Abykeyla Tosatti. Ela recomenda entre uma e duas porções por dia, principalmente de peixes como atum e salmão.

Carboidratos complexos: eles ajudam o organismo a absorver triptofano e estimulam a produção do neurotransmissor serotonina, que ajuda a reduzir as sensações de depressão. "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão. Alimentos fontes de carboidratos: pães, cereais integrais (trigo, arroz)", explica a especialista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de 6 a 9 porções diárias

Aveia e centeio: os dois são ricos em vitaminas do complexo B e vitamina E. "Estes nutrientes possuem grande importância, pois, melhoram o funcionamento do intestino, combatem a ansiedade e a depressão", diz a nutricionista Abykeyla Tosatti. A recomendação é de, pelo menos, três colheres de sopa cheia por dia.

Folhas verdes: estudos mostram que uma alimentação com consumo elevado de folato (importante vitamina do complexo B) está associada a menor prevalência de sintomas depressivos. Um dos alimentos ricos em folato são as hortaliças folhosas verde-escuras (espinafre, brócolis, alface). "Algumas pesquisas mostram que indivíduos deprimidos podem apresentar baixos níveis de vitamina B12, levando a diminuição do folato e o desequilíbrio do metabolismo dos neurotransmissores do cérebro associados ao controle do humor", adverte a especialista Abykeyla Tosatti. O recomendado é a ingestão diária de três a cinco porções por dia.

Soja: ela é rica em magnésio que é o segundo mineral mais abundante no nosso organismo e desempenha um papel fundamental na energia das células. Sua deficiência pode resultar em falta de energia. "O magnésio ajuda a reduzir a fadiga e aumentar os níveis de energia. Esse mineral combate o estresse porque tem propriedades tranquilizantes naturais, principalmente quando combinadas com cálcio", explica a nutricionista Abykeyla Tosatti.